PIB da Paraíba, Rio e Sergipe encolheu em 2017, primeiro ano da recuperação, diz IBGE
Pará, Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais e Rondônia foram os estados que ganharam participação no PIB brasileiro, segundo o IBGE.
DIEGO GARCIA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Rio de Janeiro foi o estado brasileiro com a queda mais intensa no PIB (Produto Interno Bruto) em 2017, o primeiro ano de recuperação após a dura recessão econômica que o Brasil atravessou.
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Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (14), a economia do Rio encolheu 1,6% naquele ano. Só mais dois estados brasileiros também registraram recuo: Sergipe (-1,1%) e Paraíba (-0,1%).
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Os três acumularam o terceiro ano seguido no negativo, dando continuidade à recessão dos anos de 2015 e 2016. Em 2017, o PIB nacional avançou 1,3%, após queda de 3,5% em 15 e 3,3% em 2016.
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Segunda maior economia do país, apenas atrás de São Paulo, o Rio continuou em recessão por perdas nas atividades de construção civil, comércio, informação e comunicação, e nas áreas de agropecuária, serviços e indústria.
Desde 2002, o Rio reduziu sua participação no PIB nacional em 2,2 pontos percentuais, principalmente pela perda de relevância do estado nas indústrias extrativas. Há 17 anos, tinha representação de 60% nessa atividade, que passou para 31% em 2017.
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Os estados de São Paulo (32,2%), Minas Gerais (8,8%), Rio Grande do Sul (6,4%), Paraná (6,4%) e, apesar da queda de 2017, Rio (10,2%), ainda concentram a maior parte do PIB do país, com 64% de participação. Porém, esse percentual vem diminuindo.
Maior PIB brasileiro, São Paulo perdeu participação de 0,3 ponto percentual no índice geral, reflexo de mudanças na atividade financeira, seguro e serviços relacionados, motivadas pela redução nas operações de crédito e de depósitos no Brasil. Outro setor que influenciou a perda de participação do estado paulista foi o da construção, que estava em queda no período.
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O Sudeste apresentou sua menor participação no PIB nacional em toda a série histórica, mas ainda concentra mais da metade da riqueza: 52,9%.
"A atividade da construção no Brasil perdeu 0,8 ponto percentual em relação a 2016. E a participação de São Paulo se mantém, entre 2016 e 2017. Então com isso a economia vai perder participação no total do PIB do país", disse Alessandra Poça, gerente de contas regionais do IBGE.
A região Centro-Oeste, puxada por Mato Grosso e Distrito Federal, com queda de 0,1 ponto percentual cada, também perdeu participação no PIB nacional.
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De acordo com a divulgação, 18 unidades federativas apresentaram variação em volume do PIB maior do que ao do país, principalmente por causa do desempenho da agropecuária, que se refletiu em 10 desses estados.
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Pará, Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais e Rondônia foram os estados que ganharam participação no PIB brasileiro, segundo o IBGE.
O Distrito Federal se manteve como maior PIB per capita brasileiro, R$ 80.502, resultado 2,5 vezes maior que o resultado nacional, que variou 4,2% com relação a 2016, ficando em R$ 31.702. São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná são os maiores registros, na sequência. Maranhão e Piauí, os menores.
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